Encontrão da Jubag

BARACK HUSSEIN OBAMA II - ALGUMAS INFORMAÇOES INTERESSANTES

Ao assistir na TV reportagens sobre o novo presidente muito me chamou a atenção de como pessoas acreditam tanto no homem para resolver os problemas/crises que nos rodeiam e parecem deixar Deus um pouco (ou muito) de lado. Lendo reportagens em jornais me admiro até de brasileiros (aqui no Brasil) que torcem por isso, muitos parecendo esquecer de nossos problemas internos e ficam se preocupando com o que está acontecendo no outro hemisfério. Uma busca mais apurada nos levará a ver coisas que muitos não param para analisar, deixando se levar pelo que a mídia quer que acreditemos, creio que por isso também as pessoas aceitam o que é mostrado e aceitam passivamente. Há muitas outras informações, descreverei algumas que li e são bem interessantes.
Obama é o presidente mais progressista dos EUA. Na enciclopédia virtual Wikipédia.org lemos:
“O progressismo é uma
doutrina (muitas vezes política) ou corrente filosófica de pensamento progressista relacionada ao positivismo. O progressismo pode ser relacionado ao adiantamento, desenvolvimento, aperfeiçoamento, evolução, superação e oposta ao conservadorismo anacrônico, rígido, autoritário, repressivo e, no caso da escola, punitivo e liberticida”.
Tem ideia de contemporizar, acomodar-se as circunstâncias, o que difere de valores estabelecidos. Algo está fora de moda. Por exemplo, valores cristãos!
É importante ressaltar, em sua campanha, o seu principal assessor em política externa é um importante marxista: Zbigniew Brzezinki. A Secretária de Estado (Hillary Clinton) tem simpatia pelo dogma comunista.
Seu plano orçamentário se assemelha ao governo que o antecedeu. Ele também manteve o Secretário de Defesa, Robert Gates (Pentágono). Isso são as mudanças propostas?
O presidente tem índices de aprovação entre entidades pró-aborto. E escrevendo sobre o aborto, cito esta pequena matéria:
JORNAL “AGORA” – 25/01/09
“O arcebispo Rino Fisichella, presidente da Academia Pontifícia para a Vida do Vaticano, qualificou de arrogância a autorização de Obama para financiar organizações americanas a praticar o aborto no exterior”. (FSP)
Que Deus nos dê entendimento para analisarmos o que vemos e ouvimos e nos proteja de aceitarmos valores que vão em sentido oposto as verdades estabelecidas por Ele!

Boa semana e fiquem com Deus!

(Silem Dantas)

Mulher que aborta é mais propensa ao suicídio

Olá irmãos, dentro do tema que discutiremos neste sábado (31/01) , veja a matéria que encontrei na internet, onde o Pr. Silas Malafaia fala sobre o aborto.
Lembrando que nossos Cultos Jovens acontecem na Igreja Batista Central de Guarulhos, sábados às 19Hs.

Mulher que aborta é mais propensa ao suicídio

O pastor Silas Malafaia, da Igreja Assembléia de Deus do Rio de Janeiro, afirmou que 25% das mulheres que abortam freqüentam a psiquiatria e são majoritariamente vítimas de depressão. "As mulheres que abortam são sete vezes mais propensas ao suicídio que o restante das mulheres", acrescentou.


Ele citou uma série de doenças que, segundo ele, acometem as mulheres que fazem aborto. "O aborto é o poder dos poderosos contra os indefesos. Aborto é crime porque mata uma vida indefesa. Quando um ser humano não respeita o outro ele vai respeitar o quê?", questionou.

Ele destacou que, na gestação, o agente ativo é o feto. "O feto não é prolongamento do corpo da mulher, como a unha ou o cabelo que pode ser cortado ou aparado", criticou. "A maioria dos abortos é fruto da promiscuidade", disse. "Hoje se defende as matas e animais, mas o ser humano é tratado como lixo. Se a vida começa na concepção, o aborto é matar uma vida", ressaltou.

Estado laico

O pastor afirmou que o Estado é laico, mas o povo brasileiro não o é. "Há uma tentativa de tentar ridicularizar qualquer atitude religiosa ou que não seja científica", disse o pastor, em resposta a uma vaia que recebeu de parte dos presentes à audiência pública da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania que discute a descriminalização do aborto.


Fonte: Portal da Câmara (republicação: Portal ZoeNet)

MUDANÇA DE COMPORTAMENTO

Dia 24/01/09 em nosso Culto Jovem, tivemos um pequeno debate de como questões polêmicas até uns tempos eram tidas como absurdas e não se aceitavam, com o passar dos anos as pessoas tem aceitado essas questões como algo normal hoje em dia: isso tem acontecido com o homossexualismo, consumo de drogas, etc.
Uma nova questão que também está nas notícias diárias é o caso da pedofilia, onde é tido como algo inacreditável (o que realmente é), mas ainda choca! E isso em breve pode se tornar algo como “normal” no comportamento do ser humano, como os que descrevi acima. O projeto de lei que tramita no Congresso (PL 122/2008) se aprovado, dará brechas para legalização da pedofilia! Oremos ao nosso Deus Todo-Poderoso para ter misericórdia!
Mas fica uma questão: como as pessoas acabam aceitando isso? Satanás tem seus lacaios que influenciam a mídia de massa, seja em sua programação, por seus comerciais, novelas, filmes, mídia escrita, etc. E claro, para tudo isso surtir um efeito é utilizado o que pode ser chamado de “Plano das Seis Etapas para a Mudança de Comportamento”:
Etapa 1 - Alguma prática tão ofensiva que nem deveria ser discutida em público é defendida por um especialista RESPEITADO em um fórum RESPEITÁVEL.

Etapa 2 - A princípio, o público fica chocado, depois indignado.

Etapa 3 - No entanto, o SIMPLES FATO que tal coisa tenha sido debatida publicamente torna-se o ASSUNTO do debate.

Etapa 4 - No processo, a REPETIÇÃO PROLONGADA do assunto chocante em discussão gradualmente vai anulando seu efeito.

Etapa 5 - As pessoas não ficam mais chocadas com o assunto.

Etapa 6 - Não mais indignadas, as pessoas começam a debater posições para moderar o extremo, ou aceitam a premissa, procurando, os modos de ALCANÇÁ-LA.

Verifiquem como todos os assuntos ou questões que precisam ser mudados as opiniões a respeito passam por essas etapas, o que leva as pessoas aceitarem normalmente em algum tempo a frente.
Quanto mais o ser humano se afasta das Leis estabelecidas por Deus, mais ele desce o abismo.

Boa semana e fiquem com Deus!

O que temos imitado?

É tão fácil aprender a cantar uma música, ouvimos poucas vezes e já conseguimos saber pelo menos o refrão. Algumas pessoas não têm tanto molejo, mas aprender alguns passinhos também não é muito difícil. Conseguimos imitar artistas, amigos, o jeito de andar, de olhar, de vestir, o modo de falar de determinadas regiões, um corte de cabelo, entre tantas outras coisas.

Deus nos fez a sua imagem (Caráter) e semelhança (Atitudes), por isso precisamos começar a medir as nossas vidas pela régua (Palavra) dEle. Temos que levar a nossa cruz todo dia e o dia todo. “Então,Jesus disse a seus discípulos: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, toma a sua cruz e siga-me.”(Mt16:24).

Seguir Jesus é um “compromisso” que exige uma escolha, que é a mesma para todos os crentes – ou negamos a nós mesmos ou negamos a Jesus; ou andamos nos seus caminhos ou buscamos os nossos. O compromisso desenvolve a fé e forma o caráter. É uma disciplina espiritual. É para a vida toda, requer tempo, trabalho e determinação.

A Palavra nos diz para não sermos motivos de escândalo, 2Co 6:3 “Não dando nós nenhum motivo de escândalo em coisa alguma, para que o ministério não seja censurado”, e também que saibamos nos portar com sabedoria para os que não conhecem a Verdade, “Portai-vos com sabedoria para com os que são de fora; aproveitai as oportunidades. A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para saberdes como deveis responder a cada um.”, Cl 4:5-6.

Devemos perseverar na oração, vigiar e tomar a nossa cruz, pois sempre tem alguém olhando pra nós!!! Hoje você pode dizer como Paulo em I Co 11:1: “ Sede meus imitadores como também sou de Cristo”?

Fonte: Flávia Soares - Portal ZOE


O filme abaixo é profundo e ilustra o que, dia após dia, devemos fazer na caminhada com Cristo, vivendo pra Ele e morrendo para o mundo todos os dias!

REFUTAÇÕES CONTRA O ATEÍSMO

Qualquer coisa que contenha inteligência só pode ter sido criada por alguém mais inteligente..
um macaco não pode pintar um quadro da Monalisa,
uma criança de 2 anos não pode fabricar um computador ,
eu não posso fazer um robô mais inteligente do que eu mesmo, ao ponto em que ele me domine...
isso é lógica!!
A natureza é um show de inteligência..
ciclo da água, atmosfera, corpo humano...
se a natureza contém inteligência, a natureza só pode ter sido criada por alguém mais inteligente do que toda a inteligência contida na natureza.
O homem só pode ter sido criado, pois contém inteligência, e o homem só pode ter sido criado por alguém mais inteligente que o homem...
nada não inteligente e sem vida pode ser a razão da existência do cérebro humano, nada menos inteligente pode ter sido a causa da existência do cérebro humano, apenas alguém mais inteligente que o cérebro humano, pois o cérebro humano contém inteligência..


(Extraído)
Este e outros vídeos do dr. Adauto Lourenço, podem ser visualizados no youtube.

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Céu ou Inferno; qual é a sua escolha?

Muitas vezes pensamos que a vida é o que temos de mais valioso neste mundo, mas será que é isso mesmo!? Até aonde deve ir o apego de um cristão pela vida neste mundo? O que a bíblia nos diz sobre isso?
"Quem ama a sua vida perde-a; mas aquele que odeia a sua vida neste mundo preservá-la-á para a vida eterna". (João 12.25)
Essas palavras nos ensina, ao contrário do materialismo exacerbado no qual os neo-cristãos estão chafurdando, que nem sempre teremos tudo o que queremos, no sentido material, neste mundo, mas que não devemos nos apegarmos às maravilhas (passageiras) que o mundo nos oferece e sim... com as maravilhas que já estão reservadas para nós na vida eterna. Se entendermos isso, não nos desviaremos do caminho de Deus quando as dificuldades vierem (e tudo indica que isso não demorará a acontecer).
(Reinaldo Material)


Assista ao vídeo abaixo, encontrado no youtube, e compreenda um pouco mais deste versículo bíblico.

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O Conto do Macaco (Criacionismo x Evolucionismo)

(Trecho do artigo: O conto do macaco)

A Teoria da Evolução contra a ciência e a Fé (O conto do macaco)
Raul Leguizamon - Revista SEMPER
O autor, Raul Leguizamon, é argentino, de Córdoba, e membro da Fraternidade Sacerdotal São Pio X. Este seu artigo foi publicado no número especial de verão do ano 2001 da revista SEMPER, periódico editado pela Fraternidade. (para ver o artigo na íntegra acesse o site:
http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=ciencia&artigo=conto_macaco&lang=bra)

O CONTO DO MACACO

Caricatura publicada na revista Hornet.




Vamos por partes. Para começar, digamos que o Homem de Neanderthal não é certamente um "hominídio". Apesar da "difamação antropológica" darwinista (a expressão é do famoso antropólogo americano Ashley Montagu), que o mostrou durante cem anos (e ainda hoje!) como um bruto semi-curvado, de aspecto feroz e estúpido, cacete ao ombro e escondido na sua caverna, hoje é fato universalmente aceite que o Homem de Neanderthal era completamente sapiens, ainda que com algumas degenerescências produzidas por enfermidades (artrite e raquitismo) e por circunstâncias ambientais adversas.
Apesar do carácter plenamente humano do Homem de Neanderthal ser conhecido desde 1957, é freqüente ainda hoje, todavia, encontrar a sua representação semi bestial; e não só em livros e revistas de divulgação. Não! Por exemplo, o modelo recente semi-bestial do Homem de Neanderthal foi retirado do Museu Field de História Natural de Chicago em 1975. Foi lançado ao lixo, lugar que lhe correspondia? Não senhor, foi retirado do primeiro piso (origens do homem) e colocado no segundo piso, junto aos dinossauros, com uma legenda que diz: "modelo alternativo, do Homem de Neanderthal" (!). É de sublinhar que a secção dos dinossauros é a mais visitada, em especial por crianças e jovens das escolas e colégios... Este é um exemplo acabado de "honestidade científica ".
A respeito dos assim chamados "Homo erectus" (Pitecanthropus e Sinanthropus), haveria muito que dizer. Dos achados originais que deram lugar a este grupo taxonômico, um deles, o Homem de Java (Pitecanthropus erectus), teria sido – segundo o seu próprio descobridor, E. Dubois – simples e unicamente um macaco (gibão) de grande tamanho. O outro, o Homem de Pekin, tem todas as aparências de ter sido outra de tantas fraudes que se cometeram neste assunto. Os supostos "Homo erectus" descobertos mais recentemente em África (Leakey e Walker, 1984) parece que, pelas descrições, seriam neanderthales isto é, sapiens.
Em relação aos tão falados Australopithecus de África (incluindo Lucy) desde já esclareço, leitor, que estes são seres definitivamente macacos, não há discussão a tal respeito: um metro de estatura; capacidade craniana entre 500 e 600 c.c. (como o chimpanzé, por exemplo; a do homem é de cerca de 1.500 c.c.); forma do crânio "caracteristicamente simiesca" (Lord Zuckerman); capacidade para deslocar-se pelos ramos como ou melhor que o orangotango (Charles Oxnard), etc.
Todos esses outros nomes que se lêem ou escutam (Ramapiteco, Dryopiteco, Kenyapiteco, Sivapiteco, etc.) são todos, sem excepção, "macacopitecos".
O problema está em que o termo "hominídio" designa, precisamente, qualquer macaco que caminhasse mais ou menos como bípede, ou que o seu descobridor sustenta que caminhava, e que tenha dentes mais pequenos que os outros macacos. Isso já é bastante para graduar-se como "hominídio" e para que o seu descobridor (ou inventor) se transforme, da noite para o dia, num Júlio César da antropologia.
Com respeito a estes critérios, tampouco se duvida que sejam demasiado exagerados, já que com apenas um dente, um pedacinho de mandíbula ou um bocado de crânio, um antropólogo pode reclamar o estatuto de "hominídio" para o seu achado.
Em última instância, um "hominídio" é qualquer coisa que um antropólogo batize como tal... Inclusivamente um Homo sapiens, como sucedeu ao Homem de Neanderthal!


Ainda que haja logo retratações ou refutações, o fato é que na história da Antropologia abundam os exemplos de "hominídios" criados desta maneira. Basta recordar, por exemplo, o famoso Homem de Nebrasca, "criado" em 1922 com base num molar, que logo se descobriu pertencer a um pecari.
Nas ilustrações da época apareciam o senhor e a senhora Homem de Nebrasca com os seus dois filhos, varão e nina – decerto a família tipo, digamos; indumentária: tanga, naturalmente; habitação: caverna, claro está; ele de cacete ao ombro, ela amamentando, etc. Tudo isto, repito, com base num molar de pecari, espécie de porco selvagem americano.

Constantino - o primeiro imperador cristão



Constantino I



Muitos cristãos, ainda hoje, não sabem quem foi o imperador Constantino e a sua importância histórica para o cristianismo. Eu, particularmente, considero-o o grande iniciador do sincretismo religioso que hoje contamina o cristianismo e tem empurrado as diversas denominações cristãs para a apostasia. Porém, para chegar a essa conclusão os irmão terão que estudar um pouco mais sobre a história deste imperador e da história da igreja primitiva, mas enquanto isso, este texto do wikipédia (e o vídeo no final do texto) servem para que os irmão se iniciem nessa maravilhosa aventura histórica, da maior religião do planeta.(Reinaldo Material)




Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Constantino I, Constantino Magno ou Constantino, o Grande ( em latim Flavius Valerius Constantinus), (272 - 22 de Maio de 337), foi proclamado Augusto pelas suas tropas em 25 de Julho de 306 e governou uma porção crescente do Império Romano até à sua morte.


Ascensão a Augusto do Ocidente
Nascido em
Naissus, na Mésia (cidade de Niš na actual Sérvia), filho de Constâncio Cloro (ou Constâncio I Cloro) e da filha de um casal de donos de uma albergaria na Bitínia, Helena de Constantinopla, Constantino teve uma boa educação - especialmente por ser filho de uma mulher de língua grega e haver vivido no Oriente grego, o que facilitou-lhe o acesso à cultura bilingue própria da elite romana - e serviu no tribunal de Diocleciano depois do seu pai ter sido nomeado um dos dois Césares, na altura um imperador júnior, na Tetrarquia em 293. Muito embora sua condição junto a Diocleciano fosse em parte a de um refém, Constantino serviu nas campanhas do César Galério e de Diocleciano contra os Sassânidas e os sármatas. Quando da abdicação conjunta de Diocleciano e Maximiano em 305, Constâncio seria proclamado Augusto (imperador senior), mas Constantino seria descartado como César em proveito de Flávio Severo (o qual é denominado modernamente Severo II, título que jamais usou, para não ser confundido com o grande imperador do século anterior, Septímio Severo).
Pouco antes da morte de seu pai, em 25 de julho de
306, Constantino conseguiu a permissão de Galério para reunir-se a ele no Ocidente, chegando a fazer uma campanha juntamente com Constâncio Cloro contra os pictos, estando junto do leito de morte do seu pai em Eburacum na Britânia (atual York), o que lhe permitiu impor o princípio da hereditariedade em seu proveito, proclamando-se César e sendo reconhecido como tal por Galério, então feito Augusto do Oriente. Desde o início de seu reinado, assim, Constantino tinha o controle da Britânia,Gália, Germânia e Hispânia, com sua capital em Trier, cidade que fez embelezar e fortificar.
Nos dezoito anos seguintes combateu uma série de batalhas e guerras que o fizeram o governador supremo do Império Romano. Como Maximiano desejava retomar sua posição de Augusto, da qual havia-se afastado a contragosto junto com Diocleciano, Constantino recebeu-o na sua corte e aliou-se a ele por um casamento em
307 com a filha de 7 anos de Maximiano, Fausta, o que lhe permitiu ser reconhecido tacitamente como Augusto em 308 por Galério, numa conferência dos tetrarcas em Carnutum; em 309, no entanto, Constantino enfrentaria seu sogro, que tentava recuperar abertamente o poder, capturando-o em Marselha e fazendo assassiná-lo; em 310, Constantino seria formamente reconhecido como Augusto por Galério. Severo havendo sido entrementes eliminado, em 307, por Maxêncio, filho de Maximiano que havia-se proclamado imperador em Roma, Constantino deveria acabar por enfrentrar seu cunhado para conseguir o domínio completo do Ocidente romano. Após uma série de mediações fracassadas e lutas confusas, Constantino, após apoiar o usurpador africano Lúcio Domício Alexandre, cortando o suprimento de trigo de Roma, de 308 a 309, desceu em 312 até a Itália para eliminar Maxêncio.
Essas guerras civis constantes e prolongadas fizeram de Constantino, antes de mais nada, um reformador militar, que, para aumentar o número de tropas a sua disposição imediata, constituiu o cortejo militar do imperador (comitatus) num corpo de tropas de elite autosuficiente - um verdadeiro exército de campanha - principalmente pelo recrutamento de grande número de germanos que se apresentavam ao exército romano nos termos de diversos tratados de paz, a começar pelo chefe dos
alamanos Chrocus, que teve um papel decisivo na aclamação de Constantino como Augusto.
O fato de Constantino ser um imperador de legitimidade duvidosa foi algo que sempre influiu nas suas preocupações religiosas e ideológicas: enquanto esteve diretamente ligado à Maximiano, ele apresentou-se como o protegido de
Hércules, Deus que havia sido apresentado como padroeiro de Maximiano na primeira Tetrarquia; ao romper com seu sogro e eliminá-lo, Constantino passou a colocar-se sob a proteção da divindade padroeira dos imperadores-soldados do século anterior, Deus Sol Invicto, ao mesmo tempo que fez circular uma ficção genealógica (um panegírico da época, para disfarçar a óbvia invenção, falava, dirigindo-se retoricamente ao próprio Constantino, que se tratava de fato "ignorado pela multidão, mas perfeitamente conhecido pelos que te amam") pala qual ele seria o descendente do imperador Cláudio II - ou Cláudio Gótico - conhecido pelas suas grandes vitórias militares, por haver restabelecido a disciplina no exército romano, e por ter estimulado o culto ao Sol.
Constantino acabou, no entanto, por entrar na História como primeiro imperador romano a professar o
cristianismo, na seqüência da sua vitória sobre Maxêncio na Batalha da Ponte Mílvio, em 28 de outubro de 312, perto de Roma, que ele mais tarde atribuiu ao Deus cristão: segundo a tradição, na noite anterior à batalha sonhou com uma cruz, e nela estava escrito em latim "In hoc signo vinces" ("sob este símbolo vencerás"), e de manhã, um pouco antes da batalha, mandou que pintassem uma cruz nos escudos dos soldados e conseguiu um vitória esmagadora sobre o inimigo. Esta narrativa tradicional não é hoje considerada um fato histórico, tratando-se antes da fusão de duas narrativas de fatos diversos encontrados na biografia de Constantino pelo bispo Eusébio de Cesaréia. No entanto, é certo que Constantino era atraído, enquanto homem de estado, pela religiosidade e pelas práticas piedosas - ainda que se tratasse da piedade ritual do paganismo: o Senado Romano, ao erguer em honra a Constantino o seu arco do trunfo, o Arco de Constantino, fez inscrever sobre este que sua vitória devia-se à "inspiração da Divindade"(instinctu divinitatis mentis), o que certamente ia de encontro às idéias do próprio imperador. Até um período muito tardio de seu reinado, no entanto, Constantino não abandonou claramente sua adoração com relação ao deus imperial Sol, que manteve como símbolo principal em suas moedas até 315. Só após 317 é que ele passou a adotar clara e principalmente lemas e símbolos cristãos, como o "chi-rô", emblema que combinava as duas primeiras letras gregas do nome de Cristo ("X" e "P" superpostos). No entanto, já quando da sua entrada solene em Roma em 312, Constantino recusou-se a subor ao Capitólio para oferecer culto a Júpiter, atitude que repetiria nas suas duas outras visitas solenes à antiga capital para a comemoração dos jubileus do seu reinado, em 315 e 326.

Moeda de cobre (follis) de Constantino, cunhada em Lugdunum na Gália, por volta de 310, com rosto de Constantino e representação do Deus Sol Invictus no lado oposto
A sua adoção do
cristianismo pode também ser resultado de influência familiar. Helena, com grande probabilidade, havia nascido cristã e demonstrou grande piedade no fim da sua vida, quando realizou uma peregrinação à Terra Santa, localizou em Jerusalem uma cruz que foi tida como a Vera Cruz e ordenou a construção da Igreja do Santo Sepulcro, substituindo o templo a Afrodite que havia sido instalado no local - tido como o do sepultamento de Cristo - pelo imperador Adriano.

Reformas religiosas, militares e administrativas

Constantino I. Esta cabeça gigantesca fazia parte de uma estátua acrolítica - isto é, combinando partes em mármore com outras em bronze - que erguia-se na chamada Basilica Nova em Roma, projetada por Maxêncio e completada por Constantino. A estátua representava Constantino sentado e vestido de couraça
Constantino legalizou e apoiou fortemente a cristandade por volta do tempo em que se tornou imperador, com o
Édito de Milão, mas também não tornou o paganismo ilegal ou fez do cristianismo a religião estatal única; na sua posição de Sumo Pontífice - cargo tradicionalmente ocupado por todos os imperadores romanos, e que tinha a ver com a regulação de toda e qualquer prática religiosa no Império - estabeleceu as condições do seu exercício público e interferiu na organização da hierarquia quando convocado, seguindo uma prática, no que diz respeito aos cristãos, que já havia sido inaugurada por um imperador pagão, Aureliano, que fora chamado a arbitrar uma querela entre o bispado de Antioquia e o bispado de Roma, que excomungara Paulo de Samosata, bispo de Antióquia, por heresia. O Imperador reafirmara o que já era do direito circunscricional da Igreja Romana - ou seja, que as igrejas cristãs locais, no que diz respeito a sua organização administrativa - inclusive quanto a eleição dos bispos - deveriam reportar-se à igreja de Roma, a capital
A sua vitória em
312 sobre Maxêncio resultou na sua ascensão ao título de Augusto Ocidental, ou soberano da totalidade da metade ocidental do império, reconhecida pelo pagão Licínio, único Augusto do Oriente após a eliminação de Maximino Daia. A vitória de Constantino teve uma conseqüência militar imediata: Constantino aboliu definitivamente a Guarda Pretoriana, que havia sustentado Maxêncio e, com ele, os interesses políticos da aristocracia italiana, substituindo-a por um corpo de tropas de elite ligadas à pessoa do Imperador, as scholae palatinae, que, a partir daí, seriam o núcleo do sistema militar romano, enquanto os velhos corpos de tropa territoriais eram negligenciados. As scholae eram principalmente regimentos de cavalaria, que serviam como uma força-tarefa ligada à pessoa do Imperador, e seu principal objetivo era garantir uma capacidade de ação imediata em caso de guerra civil ou externa; quanto às forças de defesa territorial, os limitanei, estas acabaram reduzindo-se a uma mera força policial de fronteira, entrando em declínio imediato da sua capacidade combativa. O objetivo destas reformas militares era principalmente político, colocando a quase totalidade das forças militares móveis à disposição imediata do Imperador - com a exceção de certas unidades territoriais que eram equiparadas às forças móveis e chamadas pseudocomitatenses - concentradas em áreas urbanas onde pudessem ser mantidas abastecidas dos suprimentos que eram agora a maior parte do soldo militar (os pagamentos em dinheiro tornando-se recompensas esporádicas pagas quando da ascensão ou dos jubileus de ascensão do imperador ao trono).
Quando Licínio expulsou os funcionários cristãos da sua corte, Constantino encontrou um pretexto para enfrentar seu colega e, tendo negada permissão para entrar no Império do Oriente durante uma campanha contra os
sármatas, fez disto a razão para derrotar e eliminar Licínio em 324, quando tornou-se imperador único.
Apesar de a
Igreja ter prosperado sob o auspício de Constantino, ela própria decaiu no primeiro de muitos cismas públicos. Constantino, após ter unificado o mundo romano, convocou o concílio de Niceia, grande centro urbano da parte oriental do Império, em 325, um ano depois da queda de Licínio, a fim de unificar a Igreja cristã pois com as divergências desta, o seu trono poderia estar ameaçado pela falta de unidade espiritual entre os romanos. Duas questões principais foram discutidas no concílio de Nicéia: a questão da Heresia Ariana que dizia que Cristo não era divino mas o mais perfeito das criaturas, e também a data da Páscoa pois até então não havia um consenso sobre isto.
Constantino só foi baptizado e cristianizado no final da vida. Ironicamente, Constantino poderá ter favorecido o lado perdedor da questão
ariana, uma vez que ele foi baptizado por um bispo supostamente ariano, Eusébio de Nicomedia (que não deve ser confundido com o biógrafo do imperador, Eusébio de Cesaréia).A inclinação que Constantino e seu filho e sucessor na condição de Augusto único, Constâncio II, demonstraram pelo Arianismo, é bastante explicável, na medida em que ambos tentaram apresentar a figura do Imperador como um análogo do Cristo ariano: uma emanação divina, reflexo terreno do Verbo. A tempestuosa relação de Constantino com a Igreja da época dá conta dos limites da sua atuação no estabelecimento da Ortodoxia: pouco antes de sua morte, em 335, ele mandou exilar na capital imperial de Trier o Patriarca de Alexandria Atanásio, campeão da ortodoxia, por suas violentas atitudes antiarianas, e apesar do fato de que Atanásio continuou a ser perseguido pelos sucessores de Constantino, o abertamente ariano Constâncio II e o pagão Juliano, foi a sua visão teológica que acabou por prevalecer.
Mas apesar de seu batismo, há dúvidas se realmente ele se tornou Cristão. A Enciclopédia
Católica diz: "Constantino favoreceu de modo igual ambas as religiões. Como sumo pontífice ele velou pela adoração pagã e protegeu seus direitos." E a Enciclopédia Hídria observa: "Constantino nunca se tornou cristão". No dia anterior ao da sua morte, Constantino fizera um sacrifício a Zeus, e até o último dia usou o título pagão de Sumo Pontífice. E, de fato, Constantino, até o dia da sua morte, não havendo sido batizado, não participou de qualquer ato litúrgico, como a missa ou a eucaristia; no entanto, era uma prática comum na época retardar o batismo, que era suposto oferecer a absolvição a todos os pecados anteriores - e Constantino, por força do seu ofício de imperador, pode ter percebido que suas oportunidades de pecar eram grandes e não desejou "desperdiçar" a eficácia absolutória do batismo antes de haver chegado ao fim da vida.
Seja como fôr, qualquer que tenha sido a fé individual de Constantino, o fato é que ele educou seus filhos no Cristianismo, associou a sua dinastia a esta religião, e deu-lhe uma presença institucional no Estado romano (a partir de Constantino, o tribunal do bispo local, a episcopalis audientia, podia ser escolhida pelas partes de um processo como tribunal arbitral em lugar do tribunal da cidade). E quanto às suas profissões de fé pública, num édito do início de seu reinado, em que garantia liberdade religiosa, ele tratava os pagãos com desdém, declarando que lhes era concedido celebrar "os ritos de uma velha superstição" .
Esta clara associação da casa imperial ao Cristianismo criou uma situação equívoca, já que o Cristianismo tornou-se a religião pessoal dos imperadores, que, no entanto, ainda deveriam regular o exercício do paganismo - o que, para um cristão, significava transigir com a idolatria. O Paganismo retendo ainda grande força política - especialmente entre as elites educadas do Ocidente do Império - esta situação só seria resolvida por um imperador posterior,
Graciano, que renunciaria ao cargo de Sumo Pontífice em 379 - sendo assassinado quatro anos depois por um usurpador, Máximo. Sómente após a eliminação de Máximo e de outro usurpador pagão, Eugênio, por Teodósio I é que o cristianismo tornar-se-ia a única religião legal (395).

Estátua do imperador Constantino em York


O imperador romano Constantino influenciou em grande parte na inclusão na igreja cristã de dogmas baseados em tradições. Uma das mais conhecidas foi o
Édito de Constantino, promulgado em 321, que determinou oficialmente o domingo como dia de repouso, com exceção dos lavradores- medida tomada por Constantino utlizando-se da sua prerrogativa de, como Sumo Pontífice, de fixar o calendário das festas religiosas, dos dias fastos e nefastos (o trabalho sendo proibido durantes estes últimos). Note-se que o domingo foi escolhido como dia de repouso, não apenas em função da tradição sabática judaico-cristã, como também por ser o "dia do Sol" - uma reminiscência do culto de Sol Invictus.
Ao mesmo tempo que velava pela unidade religiosa do Império, Constantino quis resolver o problema da divisão da elite dirigente numa aristocracia senatorial com acesso exclusivo às "dignidades" (as velhas magistraturas republicanas, sem poderes ou responsabilidades, e transformadas numa mera hierarquia de status) e numa hierarquia burocrática de funcionários imperiais com funções administrativas efetivas e pertencentes à
ordem eqüestre: após 326, os altos funcionários passam à pertencer à ordem senatorial (os clarissimi) e o número de senadores passa de 600 a 2.000, com os requerimentos de entrada sendo elevados (em Roma, os ex-questores deixam de ser senadores, e a entrada no Senado passa a depender da pretura; na nova capital de Constantinopla, o acesso ao Senado seria garantido aos ex-titulares do posto de tribuno da plebe, velha magistratura ressucitada).Com a entrada do alto pessoal administrativo na ordem senatorial, quaisquer pretensões de independência política da velha aristocracia ficaram eliminadas; a escolha de todos os imperadores subseqüentes seria feita exclusivamente na família do imperador ou através do exército. Em contrapartida, no entanto, Constantino parece haver cedido aos senadores no final do seu reinado o direito de elegerem, eles mesmos, questores e pretores e assim determinarem que pessoas queriam fazer ingressar na sua ordem, abandonando a prática da nomeação imperial de novos senadores, a adlectio. O Senado, assim, se continuou sem o poder de fazer uma política própria, passou a ter o poder de estabelecer um "cadastro de reserva" da administração imperial. Por outro lado, paralelamente à carreira senatorial "padrão", a qual se chegava pela eleição às magistraturas, forma-se uma carreira alternativa, pela qual indivíduos não oriundos da aristocracia tradicional tornam-se automaticamente senadores ao serem nomeados pelo imperador para cargos de hierarquia senatorial. Em outras palavras, o título de senador passou a significar uma posição na hierarquia administrativa, e não uma função pública (excetuando-se, aí, o governo local de Roma). O que aconteceu com os senadores romanos foi apenas o exemplo mais notável do que aconteceu em todo o Império com sua cristianização: as identidades culturais e políticas locais deixaram de contar diante da hierarquia burocrática central.

Fundação de Constantinopla

Visando resolver definitivamente o problema logístico da distância entre a capital e as principais frentes militares da época, sem recorrer ao expediente de uma residência imperial "interina", Constantino reconstruiu a antiga cidade grega de Bizâncio,que dedicou em 11 de maio de 330 chamando-a de Nova Roma, dotando-a de um Senado e instituições cívicas (catorze regiões, um Forum, distribuições de trigo, um Prefeito Urbano) semelhantes aos da antiga Roma. Tratava-se, no entanto, de uma cidade puramente cristã, dominada pela Igreja dos Santos Apóstolos, junto a qual encontrava-se o mausoléu onde Constantino seria sepultado. Os templos pagãos de Bizâncio foram nela preservados, mas neles foram proibidos os sacrifícios e o culto das imagens dos deuses. Após a morte de Constantino, Bizâncio foi renomeada Constantinopla, tendo-se gradualmente tornado a capital permanente do império. A fundação de Constantinopla foi complementada pelo tratado (foedus) realizado entre Constantino e seus descendentes com os godos, que, a partir de 332, passaram a defender a fronteira do Danúbio e fornecer homens ao exército romano, em troca de abastecimentos.
Um ano depois do
Primeiro Concílio de Niceia, em (326), portanto, durante uma viagem solene a Roma para a comemoração dos seus vinte anos de reinado, Constantino mandou matar seu próprio filho e sucessor designado Crispus, um general competente que provavelmente foi suspeito de intrigar para derrubar o pai. Pouco depois, sufocaria sua segunda mulher Fausta num banho sobreaquecido, provavelmente por suspeitar que ela tivesse intrigado contra Crispus, seu enteado. Mandou também estrangular o cunhado Licínio,que havia se rendido a ele em troca da vida e chicotear até à morte o seu filho. Foi sucedido por seus três filhos com Fausta:Constantino II, Constante I e Constâncio II, os quais dividiram entre si a administração do Império até que, depois de uma série de lutas confusas, Constâncio II emergiu como Augusto único.

Apreciações póstumas


Constantino foi uma figura cont
roversa já na sua época: o último imperador pagão, seu sobrinho Juliano, dizia que ele era atraído pelo dinheiro e que buscou acima de tudo, enriquecer a si e seus partidários - traço este (de saber enriquecer seus amigos) que também foi reconhecido pelo historiador Eutrópio e pelo próprio Eusébio de Cesaréia. O historiador pagão Zósimo criticou severamente suas reformas militares. Mas como primeiro imperador cristão, Constantino foi reverenciado durante toda a Idade Média, seja pela Cristandade Oriental, que o tinha como fundador do Império Bizantino - e a Igreja Ortodoxa acabou por canonizá-lo - seja pela Ocidental, que, sem atribuir-lhe o status de santo, considerava haver ele fundado a autoridade do Papa acima da imperial pela chamada Doação de Constantino. Só com o Iluminismo seu legado começou a ser pesadamente criticado, e o historiador inglês Edward Gibbon, no seu livro clássico sobre a "A história do declínio e queda do império romano" o caracteriza como um general romano de velha cepa a quem o poder absoluto (e, por extensão, o Cristianismo) havia convertido num déspota oriental.Com a secularização da sociedade moderna, a apreciação de Constantino em função exclusivamente das suas reformas religiosas perdeu acuidade - e ele passou a ser analisado em termos da sua própria época, como um dos fundadores, juntamente com Diocleciano, do Baixo-Império (ou Dominato) , do qual ele estabeleceu as estruturas políticas e sociais básicas.


Assista ao vídeo, cujo é um documentário, muito bem produzido, sobre Constantino (e o império romano), o qual está dividido em sete partes. Veja a primeira parte no nosso blog e as demais pelo youtube.



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WorkShop - Criacionismo x Evolucionismo


Certeza sobre as origens está fora do alcance da ciência. Estamos tratando de duas explicações filosófico/religiosas. Podemos pesquisar nos dados disponíveis no universo para ver em que modelo os mesmos se enquadram melhor. Não encontramos um único argumento científico sequer que confirme ou apóie a teoria da evolução. A base de toda a argumentação é e sempre será filosófica. “O nada explodiu” não é uma afirmação científica. De acordo com a ciência “nada” não pode explodir. Se houve algo que explodiu, a ciência não poderia explicar a existência deste algo. O princípio da teoria da evolução é filosófico, logo tudo o que segue é baseado em filosofia e não ciência. Estamos, portanto, tratando da

TEORIA DA EVOLUÇÃO VERSUS A TEORIA DA CRIAÇÃO

O modelo da evolução recebe em torno de 98% da atenção na mídia, enquanto que o modelo da criação recebe apenas em torno de 2% da atenção. O criacionista não ganha espaço para defender suas idéias. Elas em quase todos os casos são apresentadas de maneira distorcida pelos evolucionistas. O criacionista não acredita em absurdos como uma terra plana carregada por elefantes e semelhantes, como a mídia normalmente costuma colocar para desacreditá-lo.
Existe uma certa malícia na imprensa ao tratar do assunto das origens do ponto de vista Criacionista. Existiria uma resposta para isso? Não há um tratamento democrático da questão e não há nenhuma vontade de permitir o criacionista expor suas idéias. Graças à internet isto mudou. Não se deixe levar por argumentos vazios para abraçar uma idéia ou outra.
Publicado pela:
Sociedade Origem e Destino: Fridolin Janzen

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Criacionismo x Evolucionismo.
Análise das duas teorias à luz da Biblia.
Dia 17 de Janeiro de 2009
19 Hs
Igreja Batista Central de Guarulhos

O reinado da Besta

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Inglês - Aula

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Cantata de Natal